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Exame de acuidade visual traz melhorias aos alunos das Escolas Municipais

07/10/2020 - 15:30

De autoria do Vereador Junior Longo, o projeto visa poder detectar problemas visuais nas crianças em idade escolar de Campo Grande. O teste de acuidade visual, é a capacidade de identificar a forma e o contorno dos objetos a uma certa distância. Essa é uma importante avaliação a ser realizada nas escolas, pois com ela, é possível detectar problemas na visão, e sendo realizado precocemente, ajuda a evitar o agravamento de problemas. De acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, não somente as pessoas cegas possuem incapacidade total para enxergar, mas também todas aquelas que têm um pequeno percentual de visão, que as impede de realizar simples tarefas rotineiras.

As pessoas com baixa visão, podem ter um grande prejuízo no aprendizado, principalmente na educação infantil.Pensando na qualidade de aprendizado dessas crianças, o vereador Junior Longo, conseguiu a aprovação do projeto de lei de 2017, que defende a promoção da saúde, prevenção de agravos e o diagnóstico precoce do déficit visual em crianças e adolescentes. “A aparente troca de letras e dificuldades ortográficas, podem ser sinais de problemas de visão, que muitas vezes passam despercebido pelas pessoas. Se realizado cedo, o exame pode prevenir doenças, que muitas vezes duram para o resto da vida”. Afirma o vereador.


Junior Longo completa: “o teste é bem simples e os professores podem realizá-lo sem precisar de muitos recursos ou treinamentos”. No site do CBO, tem um vídeo que ensina como fazer o teste, acesse o site e veja como é simples: https://www.cbo.net.br/novo/publico-geral/atente-se-aos-sintomas-e-sinai...


Este projeto virou lei n. 5.924, DE 12 DE DEZEMBRO DE 2017, institui o mês da Acuidade Visual. O Poder Executivo, fica autorizado a realizar testes de acuidade visual, sem prejuízo dos exames oftalmológicos, nos estabelecimentos da Rede Municipal de Ensino, com a participação de profissionais especializados. A partir dos resultados dos testes, haverá uma reunião com os responsáveis dos alunos para dar as orientações e, caso necessário, os profissionais darão o encaminhamento prioritário. O autor do projeto, que virou lei diz: “Fico feliz com isso, pois podemos trazer melhores condições de estudo e ainda identificar possíveis problemas, que possam se agravar no futuro”.